meio dia de férias para montar a árvore de natal (ainda está peganhenta das xixizadas do tristão do ano passado), apanhar e estender roupa, preparar uma máquina de roupa, fazer sopa e ver o meu joão, à beirinha do palco, de coroa amarela e de maracas na mão a abanar os pés ao ritmo roufenho de uma melodia de natal.
a maternidade é lixada.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
depois de anunciar com pompa e circunstância "podes esquecer que não vais receber psp nenhuma!" eis-me a navegar pela secção de gaming da página da fnac e a espantar-me com o preço algo acessível da dita psp.
sou uma mãe sem espinal medula, é isso que eu sou. no dia 10 de dezembro de 2006, foi-se-me a verticalidade toda para o galheiro.
e piorou a 31 de janeiro de 2011. ouço-me várias vezes a dizer "dá isso ao teu irmão para ele não chorar. vá lá...!"
neste momento estou algo nauseada comigo própria.
sou uma mãe sem espinal medula, é isso que eu sou. no dia 10 de dezembro de 2006, foi-se-me a verticalidade toda para o galheiro.
e piorou a 31 de janeiro de 2011. ouço-me várias vezes a dizer "dá isso ao teu irmão para ele não chorar. vá lá...!"
neste momento estou algo nauseada comigo própria.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
mas este velhinho ainda não se reformou?
(ao que cheguei perante a estupidez senil.
sou uma mulher de esquerda, merda. e nunca votei no psd, caraças. mas o país não precisa destes fait-divers ridículos. )
Mário Soares pede demissão de Passos Coelho
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
sou assumidamente uma mãe má. confirmo-o com alguma frequência ao meu filho mais velho.
"és má. és uma mãe má."
"pois sou" respondo-lhe eu, "pois sou!"
o meu drama é que gostava de ser uma mãe boa, daquelas que nunca levanta a voz, que nunca levanta a mão, que nunca levanta a garimpa e permite que os filhos ponham e disponham da sua vida. uma mãe mansa, educada, controlada. uma mãe de sorriso pregado nos lábios, que trata os filhos por diminutivos e os acha sempre melhores que tudo e todos. umas dessas mães que oferecem o mundo aos filhos, lhes compram roupa de marca, nintendos e psps, pistas de carrinhos e os compensam com bolicaos.
mas sou má. má. mesmo má. e quanto a isso não há muito a fazer.
"és má. és uma mãe má."
"pois sou" respondo-lhe eu, "pois sou!"
o meu drama é que gostava de ser uma mãe boa, daquelas que nunca levanta a voz, que nunca levanta a mão, que nunca levanta a garimpa e permite que os filhos ponham e disponham da sua vida. uma mãe mansa, educada, controlada. uma mãe de sorriso pregado nos lábios, que trata os filhos por diminutivos e os acha sempre melhores que tudo e todos. umas dessas mães que oferecem o mundo aos filhos, lhes compram roupa de marca, nintendos e psps, pistas de carrinhos e os compensam com bolicaos.
mas sou má. má. mesmo má. e quanto a isso não há muito a fazer.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
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